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MESCTI e União Europeia lançam Oficialmente o Programa de Apoio ao Ensino Superior "UNI.AO"

Foi lançado hoje, dia 06 de Julho, às 11h00, na sede do Ministério Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação (MESCTI), em Luanda, o Programa UNI.AO, num encontro oficial promovido pelo Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação (MESCTI), a União Europeia e Agência Expertise France.

O encontro contou com dois momentos, nomeadamente a reunião com o “Comité Director do Programa”, e de seguida a assinatura do acordo entre o MESCTI e a Delegação da União Europeia em Angola (DUE).

Na reunião com o Comité Director do Programa, o MESCTI esteve representado pela sua Titular, Maria do Rosário Bragança Sambo, que se fez acompanhar do Director do Gabinete de Quadros do Presidente da República, Edson Ulisses de Carvalho Alves Barreto, o Director Nacional para Formação Pós-graduada e Coordenador do Programa (na parte Angolana) Emanuel Catumbela e a Perita/técnica da Expertise France, Jeanne Vivet. Por parte da União Europeia, esteve presente o Embaixador da União Europeia em Angola, Tomáš Uličný, Embaixador da França, Sylvain Itté, o Conselheiro para a Cooperação da Embaixada Francesa, Thierry Valentin, e a Gestora de Projectos da Delegação da União Europeia, Alba Valle. Estiveram também presentes por vídeo conferência o Líder de Equipe da Expertise France, Benjamin Buclet (online), o Chefe de Divisão da Expertise France, Frédéric Sansier, e a Coordenadora do Programa pela Expertise France, Cléo Fulchiron (online).

O UNI.AO é financiado pela União Europeia, com um montante de 13 milhões de euros, e apoia o sistema de ensino superior angolano na produção de conhecimentos e na promoção da inovação. Este programa é implementado pela agência de cooperação técnica francesa Expertise France e teve início em Dezembro de 2019, sendo estendido até 2024. Através da criação de novos cursos de pós-graduação, fundos para investigação e capacitações em áreas relevantes, o UNI.AO pretende contribuir para a formação de quadros especializados para enfrentar os desafios actuais e futuros do País. As actividades do UNI.AO mostram plena consonância com a estratégia “Angola 2025”, o “Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN) 2018-2022”, o “Plano Nacional de Formação de Quadros (PNFQ)” e as prioridades estabelecidas no “Programa Indicativo Nacional 2014-2020”, bem como no acordo de cooperação intitulado “Caminho Conjunto Angola-União Europeia”, no qual o ensino superior foi identificado como área prioritária.

Nas palavras do Embaixador da França, Sylvain Itté "o projecto UNI.AO é mais uma das expressões concretas do compromisso da França com o desenvolvimento do ensino superior angolano, e sobretudo fruto de uma relação de alta qualidade entre a embaixada francesa e a delegação da União Europeia em Angola, bem como com os parceiros angolanos, e sobretudo o Ministério do Ensino Superior".

Para Tomáš Uličný, Embaixador da União Europeia, o UNI.AO resultou de um "encontro de visões e vontades de ambas as partes que visam o reforço do ensino superior em todas as suas dimensões e com o desenvolvimento de todos os parceiros chave, desde as instituições do Estado, às instituições de ensino superior, aos académicos, aos estudantes, ao sector privado empregador e à sociedade civil, nomeadamente os representantes de grupos com maiores dificuldades de acesso a este nível de ensino". Já a titular do Departamento Ministerial do Ensino Superior, Maria do Rosário Bragança Sambo, reforçou que o programa "tem o foco central na capacitação às IES para  as mesmas conseguirem habilitar-se a cumprir o desiderato de conseguir colocar as universidades angolanas entres as melhores universidades de África, referindo especificamente ao desafio da pós-graduação, da investigação científica e da boa gestão no ensino superior."

O UNI.AO, com apoio directo do Ministério de Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação (MESCTI) e às Instituições do Ensino Superior (IES), visa aumentar a diversificação económica e a criação de empregos em sectores prioritários.

O programa comporta três objectivos específicos, nomeadamente:

  • Reforçar a governação do ensino superior para que seja promovida a investigação científica em sectores prioritários para Angola;
  • Aumentar a especialização e o reconhecimento das instituições de pós-graduação;
  • Aumentar a igualdade no acesso à pós-graduação e progressão na carreira para os grupos vulneráveis

O programa também irá assegurar a adequação entre as necessidades dos actores económicos privados e públicos, locais e regionais, a estratégia de desenvolvimento socioeconómico do país e as qualificações dos quadros saindo dos futuros cursos de pós-graduação. O estudo contempla todas as províncias, as suas potencialidades económicas e as empresas nelas sediadas.

 

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Programa UNIA.AO - Candidaturas Abertas para Consultores/Empresas até 7 de Julho

O Programa UNI.AO informa que estão abertas as candidaturas para Consultores/Empresas que realizam estudo diagnóstico sobre os sectores económicos prioritários para criação de cursos de pós-graduação, até o dia 7 de Julho de 2020.

O Programa de Apoio ao Ensino Superior- UNI.AO é um programa de cooperação desenvolvido entre a União Europeia e a República de Angola visando apoiar o ensino superior angolano. O programa tem uma duração de 5 anos (2019-2024) e é implementado em regime de cooperação delegada pela agência Expertise France.

O objectivo geral do programa UNI.AO é de aumentar a diversificação económica e apoiar a formação de quadros altamente qualificados em sectores prioritários.

O programa apoia o subsistema de ensino superior na produção de conhecimento e inovação com criação de novos cursos de pós-graduação, fundos para investigação científica e capacitações em áreas prioritárias.

O UNI.AO pretende contribuir para a formação de quadros mais especializados para enfrentar os desafios actuais e futuros do mercado de trabalho, em termos de quantidade, qualidade e distribuição territorial. Assim sendo, o programa visa assegurar a adequação entre as necessidades dos actores económicos privados e públicos, locais e regionais, à estratégia de desenvolvimento socioeconómico do país e as qualificações dos quadros saindo dos futuros cursos de pós-graduação.

O estudo contempla todas as províncias, as suas potencialidades económicas e as empresas nelas sediadas. Este estudo será cruzado com um outro diagnóstico sobre a oferta formativa actual de cursos de pós-graduação e o potencial académico das diferentes províncias (em termos de recursos humanos, materiais e financeiros). Assim sendo o estudo diagnóstico sobre os sectores económicos prioritários constitui um elemento fundamental da elaboração de uma estratégia de especialização da pós-graduação em Angola.

Formulação de candidaturas

Para este processo de candidatura, é proposto um contracto de prestação de serviços com base dos Termos de Referência (TDR) através da qual a empresa será contratada. As eventuais deslocações para as províncias, bem como as ajudas de custos dos consultores, os custos de comunicação, de organização de reuniões ou workshops serão pagos directamente pelo programa. Um adiantamento máximo de 20 % poderá ser solicitado.

Ao remeter a sua candidatura, o candidato deverá indicar a referência UNI.AO_ESTUDO 2 no assunto do correio electrónico de candidatura. As propostas devem ser submetidas por e-mail a Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. até 18h00 do dia 7 de Julho de 2020 e devem incluir os seguintes elementos:

  • Carta de confirmação e de disponibilidade imediata;
  • Se for uma empresa: Descritivo da empresa e o seu portfólio de realização de estudos diagnósticos
  • Se for um consorcio de consultores: descritivo dos estudos já realizados pela equipa;
  • Apresentação dos perfis ou dos CVS dos peritos/consultores a envolver;
  • Uma nota técnica que descreve a boa compreensão dos TdR, uma proposta de metodologia de trabalho (recolha e análise de dados) e um cronograma das actividades;
  • Uma proposta financeira que inclui o número de dias de trabalho para cada membro da equipa nas diferentes fases da missão.

 

Para mais informação faça o download dos TERMOS DE REFERÊNCIA

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II Fórum Africano de Ciência, Tecnologia e Inovação (FACTI) e VI Sessão do Fórum Regional Africano sobre o Desenvolvimento Sustentável (FRADS)

A Comissão Económica para a África (ECA) foi criada pelo Conselho EconÓmico e Social (ECOSOC) das Nações Unidas com o objectivo de promover o desenvolvimento económico e social dos Estados Membros, adoptar a integração intra-regional e promover a cooperação para o desenvolvimento de África (https://www.uneca.org/ ).

A ECA, em colaboração com a Comissão da União Africana, o Banco Africano de Desenvolvimento e o Sistema das Nações Unidas organizaram, em Victória Falls, Zimbabwé, de 24 a 27 de Fevereiro de 2020, o II Fórum Africano de Ciência, Tecnologia e Inovação (FACTI) e a VI Sessão do Fórum Regional Africano sobre o Desenvolvimento Sustentável.

Angola fez-se representar por uma delegação composta por: Sua Excelência Ministra do Ambiente Paula Francisco Coelho; Secretário de Estado para a Ciência, Tecnologia e Inovação, Domingos da Silva Neto; Secretário de Estado para o Planeamento, Samahina de Sousa da Silva Saúde; Embaixador de Angola no Zimbabué, Agostinho Tavares; Representante das Nações Unidas em Angola Responsável do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Paolo Balladelli; e altos funcionários dos Ministérios da Economia e Planeamento e do Ambiente.

Os encontros tiveram como objectivo “aferir como a Ciência, Tecnologia e a Inovação (CTI) podem contribuir para a implementação dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)” e “balancear a implementação dos ODS e projectar acções rumo à transformação e prosperidade de África.

Os debates foram realizados à volta dos cinco “clusters” dos ODS, nomeadamente “Pessoas”, “Prosperidade”, “Planeta”, “Paz” e “Parcerias” onde se agrupam os 17 objectivos, nomeadamente: 1 (Erradicação da pobreza); 2 (Fome zero); 3 (Boa saúde e bem-estar); 4 (Educação de qualidade); 5 (Igualdade de género); 6 (Água limpa e saneamento);  7 (Energia acessível e limpa); 8 (Emprego digno e crescimento económico); 9 (Indústria, inovação e infra-Estruturas); 10 (Redução das desigualdades) e 11 (Cidades e comunidades sustentáveis); 12 (Consumo e produção responsáveis); 13 (Combate às alterações climáticas); 14 (Vida debaixo da água) e 15 (Vida na Terra); 16 (Paz, justiça e instituições fortes); 17 (Parcerias em prol dos objectivos).

Os participantes reconheceram a importância da CTI para o progresso do bem-estar do Homem, para a transformação económica e para a realização dos objectivos ambientais; a necessidade de se analisar as razões porque alguns grupos estão constantemente a ser deixados para trás e de abordagens inclusivas; saudaram o lançamento da Área de Comércio Livre Continental Africana.

De uma forma geral, os participantes do Segundo Fórum Africano de Ciência, Tecnologia e Inovação e da Sexta Sessão do Fórum Regional Africano Sobre o Desenvolvimento Sustentável reconheceram a importância da ciência, da tecnologia e da inovação para o progresso do bem-estar humano, para a transformação económica e para a realização dos objectivos ambientais.

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Já Conhece o Programa "Ciência para a Vida"?

Reconhecendo o papel importante da Ciência, Tecnologia e Inovação na solução de problemas da sociedade, como é o caso da COVID-19, e a exemplo de outros países em desenvolvimento, como Angola, e de países desenvolvidos, a comunidade académica e científica não mede esforços na procura de soluções preventivas e curativas para a pandemia ou as capazes de mitigar os seus efeitos.

O Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação e a Academia Angolana de Ciências criaram um programa designado “Ciência para a Vida”, que se destina a recolher, gerir e divulgar factos científicos. Nesta fase, optou-se por iniciar este Programa com a COVID-19, contribuindo desta forma para auxiliar as autoridades sanitárias sobre as Medidas de Mitigação da COVID-19 em Angola, popularizando a ciência.

O programa “Ciência para a Vida” realizado por profissionais que, pela sua formação e experiência, se disponibilizam a contribuir, com abnegação, ética e elevado sentido de responsabilidade, num dado domínio técnico-científico.

O programa é financiado pelo Projecto de Desenvolvimento de Ciência e Tecnologia (PDCT). Um projecto do Governo de Angola, suportado por um empréstimo do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), a ser executado pelo Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação.

Para mais detalhes consulte o canal no Youtube, ou ainda a página do Facebook do programa.

 

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Aspectos Actuais sobre a Pandemia da COVID-19 no Contexto de Angola

Ilustração do vírion do SARS-CoV-2.1 

 

A Doença por Coronavírus (COVID-19) é nova e infecciosa, espalhou-se rapidamente pelo mundo, produzindo muitas mortes em curto espaço de tempo, tendo sido declarada como uma pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 11 de Março de 20202. O vírus causador da COVID-19 é o SARS-Cov-2, assim designado por pertencer à família Coronaviridae. Até ao aparecimento do SARS-CoV-2, estavam descritas duas outras estirpes causadoras de epidemias em humanos, com origem zoonótica: SARS-CoV-1, para a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) em 2002 e MERS-CoV para a Síndrome Respiratória do Médio Oriente em 2012.

Partículas do vírus SARS-CoV-2 (amarelo), como visto usando um microscópio electrónico.3

Seguindo as orientações da OMS, o Governo de Angola produziu um Plano Nacional de Contingência e Emergência para Controlo da Pandemia por COVID-19 para reduzir, ao mínimo, o risco de introdução e disseminação do SARS-CoV-2 e o impacto negativo de uma pandemia na saúde da população e na esfera económica e social do país. Deste modo, a titular do Ministério do Ensino Superior Ciência, Tecnologia e Inovação (MESCTI) criou, por Despacho n.º 03/20, de 26 de Setembro, um Grupo Técnico constituído por professores universitários e especialistas para dar suporte técnico-científico ao referido plano, facilitando a tomada de decisão, com base na evidência científica existente e permanentemente actualizada.

Ao mesmo tempo que se vão produzindo, de forma acelerada, novos conhecimentos científicos e acções de saúde pública, exigindo dos profissionais um esforço redobrado de actualização e combate da pandemia, existe ainda muito por se descobrir acerca dessa doença em diferentes contextos.

Assim, esta plataforma pretende disponibilizar informação científica actualizada que permita utilizar os conhecimentos científicos disponíveis para apoio a tomada de decisões e manter actualizados os profissionais e todos os interessados no combate a esta pandemia. Também pretende levantar a discussão sobre aspectos pertinentes do manuseio da pandemia no contexto Angolano.

Além dos recursos bibliográficos utilizados na elaboração dos capítulos que se seguem, também são indicados recursos adicionais para consulta pelos interessados.

1- Fonte: https://news.harvard.edu/gazette/story/2020/02/as-confirmed-cases-of-coronavirus-surge-path-grows-uncertain/
2 - https://youtu.be/LjmNySNlMks - Vídeo da Declaração do Director Geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus aos 11-03-2020.
3- https://www.newscientist.com/article/mg24532754-600-can-you-catch-the-coronavirus-twice-we-dont-know-yet/#ixzz6KcMNQ84H

 

 

Para mais informações sobre essas fontes consulte as seguintes ligações:

I.         Organização Mundial da Saúde (OMS)

Investigação global sobre a COVID-19
https://www.who.int/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019/global-research-on-novel-coronavirus-2019-ncov

 

II.         Academia Africana de Ciências
Segurança da Saúde Global: a COVID em África
http://aasciences.africa/covid-19-updates

 

III.         Instituto de Higiene e Medicina Tropical
Universidade Nova de Lisboa
Dossier: Origem e dispersão pandémica do coronavírus SARS-CoV-2, causador da COVID-19 (atualizado)
https://www.ihmt.unl.pt/origem-e-dispersao-pandemica-do-coronavirus-sars-cov-2-causador-da-covid-19/

 

IV.         Outros recursos bibliográficos
NEJM: https://www.nejm.org/coronavirus
BMJ: bmj.com/coronavirus
Lancet: https://www.thelancet.com/coronavirus
JAMA: https://jamanetwork.com/journals/jama/pages/coronavirus-alert
https://www.cochrane.org/special-collection-coronavirus-covid-19-evidence-relevant-critical-care
https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/php/guidance-evaluating-pui.html
https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-nCoV/hcp/index.html
https://www.uptodate.com/contents/coronavirus-disease-2019-covid-19


 


CAPÍTULOS EM PREPARAÇÃO

(clique nos títulos sublinhados para ler o seu conteúdo)

  1. INTRODUÇÃO
  2. SUMÁRIO E RECOMENDAÇÕES
  3. VIROLOGIA E BIOLOGIA MOLECULAR
  4. EPIDEMIOLOGIA E FISIOPATOLOGIA
  5. QUADRO CLÍNICO E DIAGNÓSTICO
  6. TRATAMENTO
  7. EVOLUÇÃO
  8. MANUSEIO DOS CASOS
  9. SITUAÇÕES ESPECIAIS
  10. VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA
  11. MEDIDAS DE PREVENÇÃO
  12. ASPECTOS BIOÉTICOS

 

Última actualização: 25/05/2020 

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Participe na Votação do Nome para o "Programa de Apoio ao Ensino Superior"

O Programa de Apoio ao Ensino Superior é financiado pela União Europeia e implementado pela agência Expertise France com uma duração total de 60 meses (Dezembro de 2019 - Dezembro de 2024 _ 13 milhões de Euros). O programa apoia o Subsistema de ensino superior na produção de conhecimento e inovação com fundos para investigação, criação de novos cursos de pós-graduação e ensino de competências relevantes para formar mais quadros especializados, com o objectivo de aumentar a diversificação económica e a criação de emprego em sectores prioritários.

No âmbito do início do “Programa de Apoio ao Ensino Superior” (2019-2024), ao benefício do Ministério de Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, da Unidade Técnica de Gestão do Plano Nacional de Formação de Quadros e das Instituições de Ensino Superior e Instituições de Investigação Científica e Desenvolvimento angolanas, a Agência Expertise France lança um processo de votação para a selecção do nome do programa em causa.

O Programa tem 3 objectivos principais:

  1. Reforçar o alinhamento entre a governação e os instrumentos de política no domínio do ensino superior, no âmbito da especialização na investigação pós-graduada em sectores prioritários;
  2. Aumentar a especialização e o reconhecimento das instituições de pós-graduação;
  3. Aumentar a igualdade no acesso à pós-graduação e progressão na carreira para os grupos vulneráveis.

O nome escolhido será acompanhado de um logo-tipo que irá reflectir outras componentes do Programa. Como tal, convidamos a todos a participar no processo de votação do nome do programa, nas seguintes opções:

- GERAÇÃO MIRÁBILIS

- CAPACITA

- DINAMUS-ES

- GENIUS

- UNI AO

- SOPHIA (sabedoria)

 

Para votar, basta fazê-lo através da rubrica "pergunta do mês" ou então, clique Aqui.

 

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